um dia destes acordei e pronto descrevo aqui um sonho que tudo tinha a ver com a minha vida, como se fosse uma ocasião que não teve tempo de acontecer em tempo real.
saí de casa em tempo negro, vou partir ao encontro de sossego, ando, caminho lentamente como se o tempo parasse por um momento sobre pedras que se mexem sob o meu andar, olho em frente na esperança de te ver andando para cá para me abraçar, mas só o caminho escuro e sombrio eu encontro como se fosse gelo e frio. ali na solidão do ser sobre a imensidão do luar....por momentos ao longe ouço o mar, aquele barulho que enche almas, arrasta tristezas e que me abana e que me mexe!
e sigo pela areia e sento-me na pedra fria, olho o mar como para o espelho...não se ouve nada...olho à volta, não vejo ninguém....estou sozinha. sou eu ...o mar....a lua...e o frio, sinto a presença dos que me fazem falta e o olhar das estrelas sobre mim...de repente grito como se fosse estrear a voz...tão alto...tão profundo que todas as minhas forças se vão, e o coração bate, as ondas...ouço-as mais alto, sobressaltadas, furiosas, e o vento abana-me com raiva! estava escuro e nem o negro que via se definia e "plim" tive a certeza do sinal de que existe alguém que esteve (e ainda sinto que está) junto a mim, continua aqui mas não vejo, só isso, só não vejo! e que me encontro nesse saída de casa, e que me gritou, abanou, sacudiu, tão poderosamente que me tirou e .......foi isso! tirou e encheu-me a alma outra vez....nesse preciso momento soltei um alívio em forma de gargalhada, o vento soprou o escuro desvaneceu...levantei-me, pedi ao vento para me pentear, à lua para me iluminar o caminho. e o mar acalmou, como tudo estivesse, agora, esclarecido! andei à beira mar sem procurar nada, só para viver! sigo, agora, para amar, e para provar que vale.....simplesmente muito a pena...ficar!
mãe quando eu for grande quero ser como tu, consciente da vida, mas mãe eu quando morrer quero ser como aqueles que sinto, é meu amigo e esta sempre comigo...o primo Miguel...é que assim eu ainda gosto mais dele!
saí de casa em tempo negro, vou partir ao encontro de sossego, ando, caminho lentamente como se o tempo parasse por um momento sobre pedras que se mexem sob o meu andar, olho em frente na esperança de te ver andando para cá para me abraçar, mas só o caminho escuro e sombrio eu encontro como se fosse gelo e frio. ali na solidão do ser sobre a imensidão do luar....por momentos ao longe ouço o mar, aquele barulho que enche almas, arrasta tristezas e que me abana e que me mexe!
e sigo pela areia e sento-me na pedra fria, olho o mar como para o espelho...não se ouve nada...olho à volta, não vejo ninguém....estou sozinha. sou eu ...o mar....a lua...e o frio, sinto a presença dos que me fazem falta e o olhar das estrelas sobre mim...de repente grito como se fosse estrear a voz...tão alto...tão profundo que todas as minhas forças se vão, e o coração bate, as ondas...ouço-as mais alto, sobressaltadas, furiosas, e o vento abana-me com raiva! estava escuro e nem o negro que via se definia e "plim" tive a certeza do sinal de que existe alguém que esteve (e ainda sinto que está) junto a mim, continua aqui mas não vejo, só isso, só não vejo! e que me encontro nesse saída de casa, e que me gritou, abanou, sacudiu, tão poderosamente que me tirou e .......foi isso! tirou e encheu-me a alma outra vez....nesse preciso momento soltei um alívio em forma de gargalhada, o vento soprou o escuro desvaneceu...levantei-me, pedi ao vento para me pentear, à lua para me iluminar o caminho. e o mar acalmou, como tudo estivesse, agora, esclarecido! andei à beira mar sem procurar nada, só para viver! sigo, agora, para amar, e para provar que vale.....simplesmente muito a pena...ficar!
mãe quando eu for grande quero ser como tu, consciente da vida, mas mãe eu quando morrer quero ser como aqueles que sinto, é meu amigo e esta sempre comigo...o primo Miguel...é que assim eu ainda gosto mais dele!

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